15 de abril de 2009

Exercitar o Educar

Lá se vão 9 anos do maior desafio existencial: Educar! A cada dia que passa parece que se torna mais dificil, pois surgem desafios inesperados. São esses desafios que nos motivam a superar essas dificuldades e nos tiram da zona de conforto.
A humanidade forma, academicamente, engenheiros, médicos, arquitetos, cozinheiros e outras muitas profissões de extrema importância para desenvolvimento da nossa sociedade.Porém, sinto falta de uma que muito me motiva atualmente: EDUCADOR!
Entendo que o ato de ser Pai, envolve o aspecto fisiológico da reprodução, as atividades emocionais e braçais de estar grávido e em seguida estar ao lado da Mãe nos primeiros meses e, depois, por prazo infinito, Doar Amor! Isso tudo tem sido fácil!
O que está requerendo superação é o ato de Educar, no sentido de orientar, impor limites, mostrar os caminhos e escolhas do que pode e do que não pode e uma infinidade de outras situações que nos deixam sem saber o que fazer e também se saber se estamos acertando.
Trazemos para esse personagem o que aprendemos com nossas Mães e Pais, o que aprendemos com os irmãos mais velho e também nossos conceitos teóricos! Para mim, tudo isso tem sido muito pouco! Brinco com as escolas dos meus filhos, dizendo que eles deveriam ter um curso de educadores também. Isso traria os educadores para um patamar menos instintivo na arte de educar. Mesmo sabendo que cada "educado " é único e que sua história com os "educadores" também é única, mas, um pouco de teoria e troca de experiencias com outros educadores ajudaria, sim, ajudaria!

Um comentário:

Adriana disse...

A arte de educar, ainda reflete em muitas realidades na caricatura de que o filho passará para o vestibular em medicina, será um médico conceituado e ganhará tubos de dinheiro.
E me pergunto por que ainda é tão cultuada. Deve ser pelo porto seguro que este aspecto remete a sociedade.
Existe uma miopia tão grande da palvara educar, que os valores se dissiparam realmente.
As trocas que existem hoje entre outros pais e a convivência de outras crianças em diferentes escolas, devem nos nortear para o que acreditamos.
A escolha de um caminho, sem dúvida é essencial.
Conhecer o que a Escola tem feito, e os integrantes dela, digo, outros pais, e sentir que refletem na sua realidade em termo de visão, sem dúvida é o melhor caminho.